Não há como vir a este lugar e não lembrar de toda nossa história, eu consigo reviver tudo dentro de mim...

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sexta-feira, junho 29, 2012

Muito de você...



Você não precisa trazer nada, só você mesmo. 
Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone.
Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. 
Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado
 da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro.
 Mas eu preciso muito, muito de você.”




— Caio Fernando Abreu.

terça-feira, junho 19, 2012

sábado, junho 09, 2012

Confesso que agora, confesso...




Confesso que ando muito cansado, sabe? Mas um cansaço diferente… um cansaço de não querer mais reclamar, de não querer pedir, de não fazer nada, de deixar as coisas acontecerem. Confesso que às vezes me dão umas crises de choro que parecem não parar, um medo e ao mesmo tempo uma certeza de tudo que quero ser, que quero fazer. Confesso que você estava em todos esses meus planos, mas eu sinto que as coisas vão escorrendo entre meus dedos, se derramando, não me pertencendo. Estou realmente cansado. Cansado e cansado de ser mar agitado, de ser tempestade… quero ser mar calmo. Preciso de segurança, de amor, de compreensão, de atenção, de alguém que sente comigo e fale: “Calma, eu estou com você e vou te proteger! Nós vamos ser fortes juntos, juntos, juntos.” Confesso que preciso de sorrisos, abraços, chocolates, bons filmes, paciência e coisas desse tipo. Confesso, confesso, confesso. Confesso que agora, confesso...


(Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, junho 06, 2012

E cuida ainda melhor da gente...



“Gosto de pensar que quem já morreu fica num lugar quentinho, 
que a gente não vê, cuidando de quem ainda não morreu. 

E se você quiser agradar a essa pessoa,
 é só fazer coisas que ela gostava. 
Aí ela fica ainda mais quentinha e cuida ainda melhor da gente.




Caio Fernando Abreu

[...]

Eu também, Caio! Eu também!!


quarta-feira, abril 18, 2012

Mas eu achei linda...


E a gente sente que ela não espera mais nada de nada 

nem de ninguém, que está absolutamente sozinha 

e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. 

Muita gente deve achá-la antipaticíssima, 

mas eu achei linda, profunda, estranha, perigosa. 





(Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

Uma lembrança boa de você...


Tenho trabalhado tanto, mas sempre penso em vc.
 Mais de tardezinha que de manhã, mais naqueles dias que parecem poeira assenta 
e com mais força quando a noite avança
 Não são pensamentos escuros, embora noturnos…

Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você 
ou apenas aquilo que eu queria ver em você. 
Eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que 
eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas
 que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, 
talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, 
e desamar era não mais conseguir ver, entende?
Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. 
Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. 
E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? 
Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu 
não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu.
Mas se você tivesse ficado, teria sido diferente?

Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim,
quando se sabe que doerá muito mais — por que ir em frente?
Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido
 numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia — 
qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, 
mesmo sem saber por quê. 
Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero
 como um tempo perdido.
Tinha terminado, então. 
Porque a gente, alguma coisa dentro da gente, 
sempre sabe exatamente quando termina.

Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas.
Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim,
de ser melhor para mim e para os outros.
De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra
 pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum
 comportamento. Ser novo.
Mesmo que a gente se perca, não importa.
Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro.
Mas que seja bom o que vier, para você, para mim.
Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis.
E eu acho que é por isso que te escrevo, para cuidar de ti, 
para cuidar de mim – para não querer, violentamente não querer de maneira 
alguma ficar na sua memória, seu coração, 
sua cabeça, como uma sombra escura.



Caio Fernando Abreu

terça-feira, fevereiro 28, 2012

:)



‎"O dia de amanhã cuidará do dia de amanhã 

e tudo chegará no tempo exato."





Caio Fernando Abreu

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Mas doces.

"- Podia esperar de qualquer um essa fuga, esse fechamento. 
Mas não em você, 
se sempre foram de ternura nossos encontros e mesmo 
nossos desencontros não pesavam, 
e se lúcidos nos reconhecíamos precários, carentes, incompletos.
 Meras tentativas, nós. Mas doces. 
Por que então assim tão de repente e duro, por quê?"



Caio F. Abreu

sábado, janeiro 21, 2012

Ainda que soubesse...


Então eu disse que me doíam essas esperas,
 esses chamados que não vinham e quando vinham 
sempre e nunca me traziam nem a palavra 
e às vezes nem a pessoa exata. 
E que eu me recriminava por estar sempre esperando 
que nada fosse como eu esperava, 
ainda que soubesse.



Caio Fernando Abreu

quinta-feira, janeiro 12, 2012

=D


segunda-feira, janeiro 02, 2012

2012 ♥ Que seja doce!



As coisas vão dar certo. 
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz. 
Se não tiver a gente inventa!



Caio Fernando Abreu 

(...)




Que nesse ano de 2012 possamos todos realizar nossos sonhos, 
que possamos conhecer pessoas novas, 
que possamos perdoar os outros e a nós mesmos. 
que o ano novo traga coragem e sabedoria a todos nós,
que aprendamos com os nossos erros e que não nos sintamos
 envergonhados por isso, porque errar é humano. 
que possamos no cotidiano de nosso dia-a-dia perceber
 a grandeza dos sentimentos, perceber que até mesmo as coisas mais
 insignificantes são importantes e a maioria delas lindas, 
saibamos valorizar um simples sorriso e 
retribuir um singelo cumprimento de "Bom dia!".



Haverão sim, muitos e inúmeros beijos na boca!


Vai ter gente muito louca rindo desesperadamente de ansiedade e de emoção.


Chorar? Só de saudade ou emoção, nada de coração partido ou de despedidas.


Vai ter gente arrumando encrenca com vizinho, 
mas é por que todos os vizinhos são chatos.


Haverão abraços inesquecíveis, abraço gostoso, 
apertadinho, de quem realmente gosta da gente.


E o quer seria da vida sem um pouco de Tekila? (risos)



Um enorme abraço em todos vocês. 
Feliz 2012.



 Tati Lemos

quinta-feira, dezembro 22, 2011

De Amar é Viver !





O verão está aí, haverá sol quase todos os dias,
e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'.
Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite 
que nenhuma dor insista por muito tempo, 
te empurrará quem sabe para o sol, para o mar,
para uma nova estrada qualquer e, de repente, 
no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás 
pensando algo assim 
como: 'estou contente outra vez.'





(Caio F. Abreu)

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Regras básicas, (:



Anota aí para seu futuro menina: 
Desapegar das pessoas, 
se importar menos, 
não se abalar por nada nem ninguém, 
correr atrás daquilo que faça seu coração vibrar, 
ficar perto de quem te quer bem, 
correr atrás dos seus sonhos, 
se amar mais, 
esquecer tudo aquilo que te faça mal.




Caio F. Abreu

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Eu simplesmente amo


"Certo dia me perguntaram: Por que você se apaixonou? 

Eu respondi: Não sei… E talvez continue não sabendo. 

Eu simplesmente amo, 

acordo e vou dormir com ele nos meus pensamentos."




 (Caio F. Abreu)

sábado, dezembro 03, 2011

Toque nela com cuidado



"Só sei que dentro de mim tem uma coisa pronta, 

esperando acontecer, o problema é que essa coisa talvez 

dependa de uma outra pessoa para começar a acontecer.

— Toque nela com cuidado — disse Santiago.

— Senão ela foge.

— A coisa ou a pessoa?

— As duas."




(Caio Fernando Abreu)

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Porque é isso que nos importa,


Não se concentre tanto nas minhas variações de humor, 
apenas insista em mim. Se eu calar, me encha de palavras, 
me faça querer dizer outra e outra vez sobre você, 
sobre nós, e todo esse amor. 
Se eu chorar, não me faça muitas perguntas, 
não precisa nem secar minhas lágrimas. 
Só me diz que você continuará comigo pra tudo,
que tenho teu colo e teu carinho. 
E ainda que te doa me ver assim, me envolva nos teus braços 
e diga que eu posso chorar, mas que você não sairá 
dali enquanto eu não sorrir. 
Porque é isso que nos importa, não é? 
O sorriso um do outro 





- Caio F Abreu

sexta-feira, novembro 18, 2011

Dos meus encantamentos...



"Fiquei encantado: ele era uma pessoa larga.
Largueza, para mim, é qualidade muito
importante nas pessoas."





(Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, novembro 16, 2011

Vejo isso agora...



Em outros tempos diria 

“Tomei raiva de você”. 

Mas nem foi raiva, vejo isso agora. 

É só tristeza mesmo. 

“Tomei tristeza de você”.





CAIO F. ABREU
(entende agora?)

terça-feira, novembro 08, 2011

Foi por isso que corri...



Mas dá um frio na barriga, um tremor, 
um medo de depender de alguém,
de sofrer, de escolher errado, 
de lutar por algo que não vale a pena. 
Porque o coração nem sempre é mocinho.
Foi por isso que corri, tentei fugir, 
mas quando tem que ser, não adianta, será.




/ Caio Fernando Abreu.

segunda-feira, novembro 07, 2011

Onde...



‎"Imagine um mundo de coisas limpas e bonitas, 
onde a gente não seja obrigado a fugir, fingir ou mentir,
 onde a gente não tenha medo nem se sinta confuso 
(não haverá a palavra nem a coisa confusão
,porque tudo será nítido e claro), 
onde as pessoas não se machuquem umas às outras, 
onde o que a gente é apareça nos olhos, 
na expressão do rosto, em todos os movimentos!"





(Caio Fernando Abreu)